Construção de nova pista no Afonso Pena ainda é discutida

tn_620_600_afonso_pena_251113Há alguns anos a construção de uma nova pista no Aeroporto Internacional Afonso Pena é discutida e o projeto aguarda aprovação, e novamente a desapropriação do entorno do terminal impede que a obra tenha início. A reportagem da Gazeta do Povo traz todas as informações atualizadas sobre o assunto.

Nova pista do Afonso Pena é impasse

Governo estadual aguarda convênio com a União para fazer as desapropriações necessárias, mas Infraero afirma que responsabilidade é local

A construção de uma nova pista para o Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, só sairá do papel se União e governo do estado chegarem a um acordo sobre quem deve bancar a desapropriação do entorno do terminal. Atualmente, a estimativa é de que sejam necessários pelo menos R$ 300 milhões para que as áreas tornem-se espaços de utilidade pública. A medida é fundamental para que a ampliação do aeroporto, avaliada em outros R$ 350 milhões, seja finalizada.

O imbróglio não é de simples solução. Via de regra, obras de desocupação entram como contrapartida para investimentos deste tipo, mas, segundo informações da Secretaria de Infraestrutura e Logística do Estado do Paraná (Seil), nenhuma exigência foi feita ao governo estadual quando o plano de ampliação do Afonso Pena foi lançado. A secretaria informou também que R$ 127 milhões já foram desembolsados para as desapropriações da área nos últimos anos, mas que espera um convênio com o governo federal para a liberação dos recursos restantes.

No entanto, não há indício de que este acordo esteja próximo de acontecer. “O processo está sendo amarrado entre estado e município, tanto os recursos como a licença ambiental”, afirmou o superintendente do aeroporto Afonso Pena, Antônio Pallu, quando a segunda fase das obras iniciaram. Continue lendo…

A.G

Moradores em cidades com melhor qualidade de vida são maioria dos associados aos planos de saúde

Fonte: Agência Brasil

Cerca de 94% dos associados aos planos de saúde no Brasil vivem nos 1.900 municípios com Índice de Desenvolvimento Humano por Municípios (IDHM) alto ou muito alto, que concentram 70% da população nacional. Cerca de 6% estão distribuídos nas 3.600 cidades com IDHM médio ou baixo, e representam 30% da população. Os números são de uma pesquisa feita pela Federação Nacional de Saúde Suplementar.

O índice de 2010, divulgado em julho deste ano pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, avalia a qualidade de vida da população por meio de características de renda, educação e longevidade.

A pesquisa constatou que nos 44 municípios com IDHM muito alto a cobertura de planos de saúde chega a 51% da população, enquanto a média nacional é 23,7%. Nos municípios com índice alto, a cobertura é 27,6%. Nas localidades com IDHM baixo e muito baixo, a cobertura é próxima a 1%. Continue lendo…

A.G

Agosto Azul é criado e ajudará a saúde dos homens

O índice de mortes entre homens no Brasil é grande e é necessário se preocupar com isso. A cada cinco mortes, uma é de adultos com idade entre 18 e 30 anos. Essa estatística se dá devido a dois fatores, violência e pouca atenção à saúde. Com o objeto de melhorar esse quadro e alertar a população masculina, o Governo do Paraná criou o Agosto Azul para fortalecer as ações de prevenção e promoção da Saúde do Homem.

Essa é a primeira edição do Agosto Azul, que será como o programa Outubro Rosa, dedicado a promover mundialmente ações preventivas do câncer de mama.

Durante todo este mês serão realizadas ações, como audiência pública, debates, oficinas, feiras de saúde e atividades culturais. Além disso, também serão feitos testes de diabetes, hipertensão, aids e hepatites.

Matéria completa da Agência de Notícias do Paraná

Paraná lança “Agosto Azul” para promover a saúde do homem

No Brasil, a cada cinco mortes de adultos com idade entre 18 e 30 anos, quatro são de homens. A predominância dos homens nessa estatística deve-se a dois fatores principais: violência e pouca atenção à saúde. Para tentar reverter o quadro e alertar a população masculina para a manutenção de hábitos saudáveis, o Governo do Estado instituiu o “Agosto Azul”, mês dedicado a fortalecer as ações de prevenção e promoção da Saúde do Homem.

Este será o primeiro ano da mobilização do Agosto Azul, que seguirá os moldes do Outubro Rosa, dedicado a promover mundialmente ações preventivas do câncer de mama. “O objetivo é fomentar uma mudança cultural, fazendo com que o homem tenha menos resistência em procurar um médico e passe a verificar com mais frequência suas condições de saúde”, explicou o secretário da Saúde, Michele Caputo Neto.

Exames simples como testes para diabetes, hipertensão, aids e hepatites estão disponíveis na rede pública de saúde e podem identificar doenças ainda em seus estágios primários. “Quando o homem procura um serviço de saúde, muitas vezes é porque a doença já se manifestou de forma severa. A busca pelo médico deve ser anterior a isso e em caráter preventivo”, disse o secretário.

Durante o todo o mês, serão promovidas atividades como audiência pública, debates, oficinas, feiras de saúde e atividades culturais de conscientização. “Contamos com o apoio de empresas, escolas, igrejas e órgãos públicos para difundir essa ideia”, afirmou o coordenador estadual da Política de Saúde do Homem, Rubens Bendlin.

Cerca de 200 mil materiais educativos foram produzidos e estarão à disposição na próxima semana. Os interessados em apoiar o Agosto Azul podem retirar os cartazes e panfletos em uma das 22 regionais de saúde do todo o Estado.

A Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel) vai divulgar em 4 milhões de contas de luz uma mensagem educativa sobre saúde do homem. A campanha será estendida ainda para cerca de 9 mil funcionários pela intranet.

Na próxima quarta-feira (8), será lançado pelos Correios selo comemorativo do Agosto Azul. O evento marcará o início oficial das atividades e acontecerá na Assembleia Legislativa, às 9 horas. O Agosto Azul foi estabelecido pela Lei 17.099/2012, de 28 de março.

MORTALIDADE

No Paraná, estatísticas mostram que os homens vivem em média seis anos menos que as mulheres (71,6 anos os homens e 77,9 anos as mulheres). Em 2010, as causas externas foram responsáveis por 41% das mortes de homens adultos no Paraná. “Esta faixa etária está mais exposta a acidentes de trânsito e violência interpessoal”, explicou Bendlin. Dentre as causas externas também se destacam os acidentes de trabalho. “Profissões da área de construção civil, transportes e segurança são predominantemente masculinas e têm altos índices de periculosidade”, diz.

A segunda causa de morte mais frequente está relacionada às doenças cardiovasculares (infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, hipertensão, diabetes), seguidas das diferentes formas de câncer. “A prevenção de todas essas doenças está ligada a mudanças de hábitos de vida, que é o principal ponto a ser difundido durante o Agosto Azul”, destaca Bendlin.

A.G